Os 10 melhores discos de 2016 segundo a ciência

Os 10 melhores discos de 2016 segundo a ciência
Reprodução/YouTube

Em 2016, mesmo com a ascensão do streaming e o consumo cada vez mais acelerado, muitos artistas conseguiram provar que os discos ainda ocupavam um lugar central na música.

Naquele ano, o público se deparou com obras conceituais e mais íntimas acompanhadas por produções ambiciosas, que influenciaram diferentes gerações de músicos e fãs.

Artistas aclamados como David Bowie e Leonard Cohen tiveram a capacidade inspiradora e única de se despedir com álbuns intensos lançados pouco antes de falecerem. Na faixa-título de You Want It Darker, por exemplo, Cohen escreveu uma carta de despedida para sua então namorada questionando o quão “justo” Deus pode realmente ser quando tanta crueldade existe, enquanto Bowie confrontou a mortalidade em canções como “Lazarus”, clássico do seu último disco Blackstar.

Já os limites do R&B foram redefinidos com lançamentos excepcionais como A Seat at the Table, de Solange, um verdadeiro manifesto que apresenta reflexões sobre autossuficiência diante de momentos de vulnerabilidade, e também com Blonde, aguardada sequência de Channel Orange de Frank Ocean em que ele aborda temas como masculinidade e emoções através de desilusões amorosas, perdas, experiências sexuais e mais.

Aliás, se estamos falando de grandes artistas que marcaram 2016 com sua versatilidade musical, não podemos esquecer de Beyoncé e Rihanna, que lançaram os emblemáticos discos Lemonade e ANTI, respectivamente.

Ao mesmo tempo em que Bey transformou temas como amor, raiva e traição em uma obra intensa que reúne gêneros como country, hip-hop, blues e pop, Rihanna compartilhou um disco confessional com letras que abordam questões relacionadas ao efeito do amor e dos relacionamentos e o desejo pela liberdade, explorando uma sonoridade que une pop, dancehall, soul e R&B alternativo com elementos do hip hop, música psicodélica, doo-wop, country e synth-rock.

Com tantos discos marcantes daquele período, o Acclaimed Music, um banco de dados que compila listas e análises da crítica especializada mundial ao longo dos anos, usou um recurso próprio para conseguir definir quais são os melhores discos daquele ano.

O ranking divulgado é montado a partir de comparações feitas entre os álbuns que aparecem nas listas. E, nessas comparações, as listas dos críticos são ponderadas seguindo três fatores:

  1. Semelhança com a lista geral da Acclaimed Music (ou seja, uma lista que tenha grande quantidade de álbuns com pouca aclamação ao comparar com o geral recebe um peso menor).
  2. Quando a lista foi publicada (mais anos entre o lançamento do álbum/música e a data da lista dos críticos resulta em um peso maior).
  3. O número total de listas de críticos incluídas na Acclaimed Music de diferentes regiões do mundo. Uma lista de críticos de uma região com um número relativamente pequeno de listas de críticos na Acclaimed Music (em relação à população da região e ao número de artistas incluídos nas listas da Acclaimed Music) recebe um peso maior.

Todos os confrontos são resumidos em uma pontuação para cada disco e, em seguida, essa pontuação é ajustada de acordo com os concorrentes com os quais o álbum foi comparado.

Confira abaixo quem ocupou o top 10 da lista de melhores discos dos Anos 2016 de acordo com a ciência!

Os melhores discos de 2016 segundo a ciência

10. Leonard Cohen – You Want It Darker

9. Angel Olsen – My Woman

8. A Tribe Called Quest – We Got It from Here… Thank You 4 Your Service

7. Rihanna – ANTI

6. Nick Cave & The Bad Seeds – Skeleton Tree

5. Radiohead – A Moon Shaped Pool

4. Solange – A Seat at the Table

3. Beyoncé – Lemonade

2. Frank Ocean – Blonde

1. David Bowie – Blackstar

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Lara Teixeira

Os 10 melhores discos de 2016 segundo a ciência


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