Roteirista de Deadpool reclama que cartão vermelho deixou EUA com um jogador a menos na Copa

Raphael Claus, juiz brasileiro que revoltou roteirista de Deadpool após expulsão em jogo da Copa do Mundo 2026
Foto por Cesar Greco/Palmeiras

A Copa do Mundo é sempre uma época boa para quem não acompanha tanto futebol começar a curtir mais o esporte. Por outro lado, em um país como os Estados Unidos, que não têm o chamado soccer entre as principais atrações locais, a competição também gera alguns comentários no mínimo questionáveis.

É o caso de uma opinião emitida por Rhett Reese, roteirista e produtor de Hollywood conhecido por assinar trabalhos como os dois primeiros filmes de Deadpool, que se revoltou com a arbitragem do brasileiro Raphael Claus no jogo entre Estados Unidos e Bósnia desta quarta-feira (1) pelos 16-avos de final.

O lance que tem levantado toda a polêmica envolve o atacante Folarin Balogun, autor do primeiro gol norte-americano que acabou sendo expulso depois de uma entrada imprudente revisada pelo VAR (árbitro de vídeo) e confirmada como digna de cartão vermelho pelo juiz brasileiro.

Torcedores dos EUA se revoltam após cartão vermelho de juiz brasileiro

Em sua conta no X/Twitter, Reese questionou não apenas a atuação de Claus, mas a regra como um todo – especialmente ao descobrir que Balogun também perderá o próximo jogo dos EUA, nas oitavas de final:

Você não pode – em uma competição que acontece a cada quatro anos – que é majoritariamente um torneio de eliminação em jogo único – fazer um time jogar 10 contra 11 depois de um cartão vermelho, e depois remover esse jogador do time para o próximo jogo. Você simplesmente não pode, por NENHUM motivo… muito menos por uma infração boba e não intencional como a de hoje à noite. Não quando os torcedores se importam, torcem e gastam tanto assim. Isso estraga o produto. E também abre portas para corrupção entre os árbitros.”

O assunto acabou repercutindo também com outras postagens, como a de um torcedor que parecia ter acabado de descobrir que o cartão vermelho iria tirar o jogador punido também do próximo jogo. O advogado brasileiro Jeff Nascimento ironizou a situação:

É como testemunhar um país inteiro dizendo as primeiras palavras.”

Nos comentários da postagem de Reese, aliás, não faltaram críticas e apontamentos sobre a necessidade dos norte-americanos de mudar regras de um esporte com praticamente um século e meio de história, já que nos últimos dias viralizaram também outras propostas como a de retirar a arbitrariedade do tempo de acréscimo ao final dos 45 minutos, adotando um relógio que congela a cada paralisação.

E você, o que acha de tudo isso?

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Felipe Ernani

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