Fan First revoluciona monetização de artistas no Brasil

Foto: Reprodução/Divulgação

A Shake Music, distribuidora brasileira que atua no mercado desde 2022, deu um passo estratégico importante: a chegada de Walter Venício como advisor do Fan First, sua plataforma de relacionamento e monetização direta entre artistas e fãs que agora, também está aberta para todos os artistas. 

Uma alternativa à economia dos algoritmos

A chegada de Walter valida a tese de negócio da Shake Music: criar uma alternativa sustentável à economia do streaming. O Fan First se posiciona como o primeiro marketplace direct-to-fan de uma distribuidora brasileira.

A proposta é simples: artistas de todos os tamanhos podem monetizar suas comunidades por meio de conteúdos exclusivos, onde o fã define quanto quer ou pode pagar pelo que vai ouvir.

“O Fan First aponta para um futuro em que artistas retomam o controle da relação com seus fãs e têm acesso a novas receitas que alavanquem suas carreiras. Esse modelo não é tendência, mas sim uma necessidade”, destaca Venício.

Walter Venício – Foto: Reprodução/Divulgação

Fase de validação com beta users

Antes da abertura geral, a plataforma passou por uma fase de validação estratégica restrita a artistas do casting da distribuidora. Nomes como Jade Baraldo, Clementaum e Choice atuaram como beta users, utilizando a ferramenta para engajar suas bases e contribuir para o amadurecimento do produto.

Essa vivência prática foi essencial para posicionar o Fan First muito além de um canal de fãs transformando-o em um hub onde conteúdo exclusivo e comunidade andam juntos.

Foto: Reprodução/Divulgação

O que torna o Fan First diferente

Diferente do streaming tradicional, o foco aqui não é o catálogo completo. A plataforma oferece ativos de alto valor sentimental e exclusivo para o fã: demos, versões alternativas, unreleased tracks e conteúdos de bastidores.

O artista tem total controle sobre o que disponibilizar. Após inscrição e curadoria interna, o criador pode subir seus materiais e acompanhar os resultados em tempo real. O valor arrecadado é dividido de forma transparente, com uma fatia significativamente inferior à praticada pelas plataformas tradicionais e em intermediários no processo. Outro diferencial é que o fã escolhe quanto ele quer pagar. 

Além disso, a plataforma conta com um gerador de artes para que o artista divulgue suas músicas ou o próprio perfil em outras redes sociais. Dessa forma, a integração fica mais simples e eles não precisam pensar em design. O recurso oferece algumas opções e o artista escolhe qual arte quer utilizar.

Bruno Martins, fundador e CEO da Shake Music e do Fan First afirma:

“Não existe hoje, no Brasil, uma distribuidora que opere uma plataforma própria de fãs integrada à sua estratégia de lançamentos. O Fan First nasce para mostrar que é possível transformar engajamento em receita sem depender exclusivamente de algoritmos”.

Foto: Reprodução/Divulgação

Inteligência de dados e experiência gamificada

A tecnologia por trás da solução também entrega a inteligência de dados que muitas vezes fica obscura nas grandes plataformas. O artista tem acesso a um painel com informações de audiência e comportamento, funcionando como um termômetro para testar a recepção de uma nova faixa antes de um lançamento massivo.

Do lado do fã, a experiência é gamificada. Ao adquirir músicas, o usuário constrói uma biblioteca exclusiva e conquista selos conforme seu nível de apoio, ganhando reconhecimento público dentro da comunidade do seu artista favorito.

Como se inscrever e participar

Você pode acessar o site oficial do Fan First e fazer sua inscrição.

Artistas de todos os gêneros já podem se inscrever para participar da plataforma e os fãs passam a ter acesso a um novo jeito de consumir música, mais direto, consciente e baseado em valor.

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Nina Shimazumi

Fan First revoluciona monetização de artistas no Brasil


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