Taylor Swift é processada por artista de cabaré; entenda

A cantora Taylor Swift enfrenta uma ação judicial movida por Maren Wade, artista de Las Vegas, que afirma ter sua marca “Confessions of a Showgirl” ofuscada pelo álbum “The Life of a Showgirl”, sucesso absoluto de Swift.

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Foto: Instagram @taylorswift

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A queixa foi protocolada na última segunda-feira, dia 30, e movida pela estadunidense Maren Wade que, desde 2015, detém a marca “Confessions of a Showgirl” para um show de cabaré itinerante sobre as aventuras humorísticas de uma artista contemporânea. O processo alega violação de marca registrada.

Alegações de Maren Wade

Maren aponta que sua marca foi violada pela semelhança entre os nomes dos trabalhos das artistas. “The Life of a Showgirl” é o décimo segundo álbum de estúdio de Taylor Swift e se concretizou um sucesso absoluto: permaneceu 12 semanas no topo da Billboard 200 e, apenas na primeira semana de lançamento, vendeu um recorde de 4 milhões de cópias.

Apesar dos esforços de Taylor para registrar a marca do título do álbum, o Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos negou o registro sob a alegação de “probabilidade de confusão” com a marca de Maren Wade. De acordo com a proprietária da marca “Confessions of a Showgirl”, os consumidores de fato ficariam confusos com a similaridade de ambos os nomes.

Wade, porém, afirma que a confusão não causou nenhum prejuízo comercial a Taylor, levando em conta o alcance comercial consideravelmente maior da cantora. Ainda, afirma ter sido a única vítima da semelhança e que o projeto de Swift “ameaçou engolir” o seu empreendimento, de tamanho muito menor.  

“Como artista solo atuando no mesmo segmento de entretenimento, ela se viu obrigada a navegar pela onda de atenção do consumidor gerada pelo programa de defesa dos direitos autorais e a tentar manter sua presença em uma conversa e em um mercado que os defensores haviam dominado”, diz o processo.

 

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O processo inclui ação contra concorrência desleal

Além de apontar a violação de marca registrada, a ação judicial de Wade também alega que a marca de Taylor alimenta uma concorrência desleal contra o show da artista de cabaré. Wade, agora, processa Swift, a empresa Tas Rights Managements — empresa de Taylor —, a Universal Music Group (UMG) e a Bravado, subsidiária de merchandising da gravadora.

Com a ação, Wade busca indenização por danos financeiros e pede uma liminar para impedir Taylor Swift de vender quaisquer produtos relacionados ao álbum.

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Leonardo Nascimento
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