Ufa: estudo diz que maioria da Gen Z não se sente atraída por shows com hologramas 

Foto: Gerada por IA/One Image

Recentemente, a Luminate Intelligence divulgou uma pesquisa sobre as principais mudanças na Indústria Musical e, em 2025, parece que a rotação está ainda mais intensa. Com o streaming atingindo um ponto de saturação e o pique dos shows presenciais dando uma desacelerada pós-pandemia, a indústria se vê na necessidade de reinventar. 

A gente tá falando de um cenário onde a instabilidade é o assunto principal entre o mercado. Mas, como sempre, onde há desafio, há oportunidade. E é aí que entra uma sacada que, à primeira vista, pode parecer coisa de outro mundo, mas que vem ganhando força: os shows virtuais e as transmissões ao vivo.

Origens na pandemia

Lembra da pandemia, quando a gente se agarrava a qualquer live para saciar a saudade de um bom show? Pois é, o que parecia uma solução temporária virou um fenômeno com potencial gigante.

O pessoal do Luminate Intelligence, que divulga dados da indústria nos EUA, jogou luz sobre isso no relatório “Principais Mudanças na Indústria Musical 2025”. Eles notaram que, embora a música ao vivo ainda enfrente pressões mesmo sendo preferida entre outras gerações, o “palco virtual” pode ser a chave.

A prova? O Tomorrowland, por exemplo, bombou no TikTok com mais de 74 milhões de espectadores em dois fins de semana. E quem joga Fortnite já está acostumado a ver megastars como Ariana Grande, Snoop Dogg e Metallica no game, mostrando que a mistura de música e universos digitais é mais do que uma tendência: é uma realidade.

E o Napster que está vindo reformulado com experiências de shows imersivos? As possibilidades no digital são tantas que precisavam de uma pesquisa para medir se os shows ao vivo ainda teriam relevância. Dá pra acreditar? 

Geração Z: o público do futuro ainda quer a experiência do passado

Curiosamente, a Geração Z, essa galera super conectada e ávida por novidades, é também a que mais valoriza a experiência real do show ao vivo. (Ufa!) Eles buscam aquela energia palpável, a conexão humana e a imersão total que só o palco físico pode proporcionar. Sim, a frequência em shows virtuais ainda é minúscula se comparada à paixão pelo presencial.

No entanto, há uma nuance interessante que o Luminate aponta: enquanto as mulheres da Geração Z lideram a frequência aos eventos presenciais, os homens desta geração mostram uma abertura surpreendente para o formato virtual. Quase metade dos homens da Geração Z nos EUA, segundo o estudo, vê as transmissões ao vivo como uma ótima forma de se conectar com seus artistas favoritos. E 38% deles consideram shows com hologramas ou em realidade virtual algo super empolgante!

Essa particularidade pode ser a chave para manter esse público, que talvez não vá tanto a shows físicos, engajado e conectado através de experiências que dialogam com o universo dos games e streamings, tão presentes em suas vidas.

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E, se a gente pensar nos Super Fãs, aí o papo fica ainda mais intenso! Essa turma, a mais apaixonada pela música e com um poder de compra que faz a indústria salivar, tem um apetite gigante por experiências virtuais.

Em 2025, 59% dos Super Fãs dos EUA toparam a ideia de assistir a uma performance virtual, um número que ultrapassa e muito dos 24% da população em geral.

Para eles, um show virtual não é só assistir: é ter acesso exclusivo! Um meet-and-greet virtual, um sistema de pedidos de música… isso faz a experiência ser mil vezes mais atraente. A HYBE, que cuida do BTS, já sacou isso com o Weverse. O show de despedida dos gigantes do K-pop em 2022, transmitido por lá, juntou nada menos que 49 milhões de espectadores!

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Mundo digital vs. mundo real

Apesar dessa ascensão, o recado é claro: os shows ao vivo não deixarão de existir, pois a interação humana e presencial é uma necessidade.

Mas os shows virtuais não são mais uma novidade passageira, e sim uma fronteira que passou a ser crucial na indústria da música. Essa modalidade abre portas para novos públicos, engajam Super Fãs de formas inovadoras e exigem que a gente pense fora da caixa. Para quem está de olho em potencializar o marketing nesse universo com inteligência artificial, entender essas dinâmicas é fundamental. Afinal, o palco do futuro pode ser tão grande quanto a nossa tela!

Se quiser comprar e ler a pesquisa completa da Luminate Intelligence, pode acessar esse link aqui.

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Nina Shimazumi

Ufa: estudo diz que maioria da Gen Z não se sente atraída por shows com hologramas 


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