As 10 músicas mais subestimadas do Black Sabbath segundo fãs da banda

O Black Sabbath é indiscutivelmente uma das bandas mais influentes do Heavy Metal. Formado em 1968 em Birmingham, na Inglaterra, o grupo que era comandado pelo icônico e saudoso Ozzy Osbourne ao lado de Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward ajudou a estabelecer as bases do gênero e inspirou gerações de artistas, construindo uma discografia que vai muito além de seus maiores sucessos.
Apesar de clássicos como “Paranoid”, “Iron Man” e “War Pigs” terem se tornado hinos do Metal, o catálogo da banda também guarda canções que, por diferentes motivos, acabaram ofuscadas pelo sucesso de outros lançamentos.
Seja por explorarem sonoridades diferentes ou fazerem parte de discos menos celebrados, essas músicas nunca receberam o reconhecimento proporcional à sua qualidade.
Com o objetivo de destacar essas faixas, o portal Ranker convocou os fãs do lendário grupo para votar e eleger as canções mais subestimadas da história do Black Sabbath. O topo do ranking reúne músicas de álbuns como Black Sabbath, Master of Reality, Vol. 4, Sabotage e muitos outros.
Confira abaixo como ficou o Top 10 da votação até o momento da publicação desta matéria e relembre verdadeiras preciosidades do catálogo da banda!
As 10 músicas mais subestimadas do Black Sabbath segundo fãs da banda
10 – “Air Dance”
Lançada em Never Say Die! (1978), último álbum do Black Sabbath com Ozzy Osbourne antes de sua saída inicial, “Air Dance” representa bem a fase mais experimental da banda. Com um riff melódico, passagens de piano e sintetizadores, a faixa foge do heavy metal tradicional e acabou se tornando uma das músicas de destaque do disco, apesar da recepção dividida do álbum.
9 – “Who Are You?”
Com forte presença de sintetizadores e participação de Rick Wakeman, tecladista do Yes, “Who Are You?” mostra um Black Sabbath disposto a ultrapassar os limites do Metal. Após não ter conseguido render muito bem nas primeiras sessões de composição e gravação das músicas de Sabbath Bloody Sabbath, o grupo alugou um castelo para trabalhar e o resultado foi uma coleção eclética de faixas.
8 – “Computer God”
A música “Computer God” foi um dos destaques de Dehumanizer (1992), primeiro disco após o retorno de Ronnie James Dio ao Black Sabbath. Apesar de ter sido deixada de lado por muitos, a faixa é um ótimo exemplo das impressionantes habilidades vocais de Dio, bem como da capacidade da banda em compor músicas mesmo anos após seu auge.
7 – “Children of the Sea”
Após a demissão de Ozzy Osbourne, o Black Sabbath apresentou seu novo vocalista Ronnie James Dio no discoHeaven and Hell (1980). Um dos destaques da obra foi “Children of the Sea”, faixa que revela a aclamada extensão vocal de Dio e o talento do grupo, que acompanha o vocalista nesta canção com um arranjo baseado em riffs e uma linha de baixo melódica e fluida.
6 – “Behind the Wall of Sleep”
O disco de estreia homônimo do Black Sabbath apresentou ao público canções emblemáticas que resistiram ao teste do tempo, mas “Behind the Wall of Sleep” acabou não recebendo o mesmo reconhecimento. Na faixa, o grupo de Ozzy aparece alternando as métricas e trabalhando em torno de um riff marcante. A música ainda provou sua atemporalidade ao ser sampleada no sucesso “We The People”, lançado pelo A Tribe Called Quest em 2016.
5 – “Solitude”
Em Master of Reality (1971), o Black Sabbath expandiu seus horizontes sonoros, e “Solitude” é um dos melhores exemplos dessa evolução, apesar de ter sido subestimada. Com clima melancólico e arranjo delicado, a música mostra a banda explorando novas possibilidades em estúdio, tornando-se uma das composições mais diferentes e frequentemente esquecida em seu catálogo.
4 – “Megalomania”
Com quase dez minutos de duração, “Megalomania”, de Sabotage (1975), é considerada uma das músicas mais ambiciosas do Black Sabbath. A faixa começa com um riff sombrio e versos assombrosos de Ozzy Osbourne, e sua sonoridade fica cada vez mais intensa antes de explodir em um poderoso riff que é acompanhado pela bateria pulsante de Bill Ward.
3 – “Planet Caravan”
Consolidado na história da música como um dos pioneiros do Heavy Metal, o Black Sabbath também incluiu em sua discografia a faixa de rock psicodélico “Planet Caravan”. A música que integrou o emblemático Paranoid (1970) apresenta vocais discretos de Ozzy e Bill Ward tocando bongôs, o que era incomum para bandas da época.
2 – “N.I.B.”
Apesar de ser um dos clássicos do catálogo da banda, “N.I.B.”, lançada no disco de estreia do Black Sabbath, muitas vezes não recebe o reconhecimento proporcional ao impacto inovador que teve quando comparada aos outros sucessos do grupo em relação ao que estava acontecendo na cena musical naquela época.
1 – “Supernaut”
Em seu quarto disco de estúdio, Vol. 4 (1972), o Black Sabbath lançou “Supernaut”, uma música que começava com um chimbal e seguia com um riff monstruoso que depois dava espaço para alguns dos solos mais impactantes do baterista Bill Ward. A música em questão era admirada não só pelos fãs como por Frank Zappa, que definiu “Supernaut” como “um protótipo de um certo estilo musical”.
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Lara Teixeira
As 10 músicas mais subestimadas do Black Sabbath segundo fãs da banda




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