Lançamentos nacionais: Zélia Duncan, Tijolo e Lorena

Zélia Duncan lançou o single “Agudo Grave”, faixa que abre seu novo projeto autoral homônimo e antecipa o álbum completo, previsto para 14 de maio pelo selo Duncan Discos, com distribuição da The Orchard.
O lançamento também marca a celebração dos 45 anos de carreira da cantora e compositora, em um momento que ela reafirma sua relevância e a consistência de sua trajetória na música brasileira contemporânea.
Composta em parceria com Lucina, a canção funciona como um manifesto estético e emocional do novo trabalho. Já nos versos iniciais, Zélia sintetiza o eixo conceitual do projeto, explorando a convivência entre contrastes e a multiplicidade de identidades.
Produzido por Maria Beraldo, que também assina a produção musical do álbum, o single apresenta uma sonoridade orgânica e sofisticada. Os violões de Tó Brandileone ocupam posição central na faixa, criando uma atmosfera que dialoga com referências da canção internacional, como Joni Mitchell, sem abrir mão de uma assinatura profundamente brasileira.
Gravada em São Paulo, no Estúdio do Tó, entre setembro de 2025 e janeiro de 2026, a canção reúne uma equipe de colaboradores de longa trajetória com a artista.
Tijolo

Em um percurso de escuta íntima conduzido pelo violão, o single “Há um lugar” marca o início de Tijolo, projeto coletivo gestado em São Bernardo do Campo, em São Paulo, sob a batuta de Pedro Finco.
A faixa com produção musical de Gustavo Bertoni inaugura um trabalho dedicado às elaborações do sentir, em que as canções se constroem no intervalo entre a experiência individual e os atravessamentos coletivos da cidade, entre o recolhimento e o movimento.
O projeto completo tem lançamento previsto para ainda neste semestre, com distribuição digital e edição limitada em fita cassete. Escolhido como primeiro vislumbre do universo sonoro e imagético de Tijolo, o single aposta em uma entrada sensível e intuitiva no projeto.
LORENA

“Everything” marca um novo capítulo na trajetória da cantora e compositora LORENA. A faixa integra seu próximo projeto, guiado por um conceito sensível: criar músicas capazes de provocar felicidade.
A faixa surgiu de forma intuitiva, em poucos minutos, na sua primeira versão Soul, resultando em uma gravação espontânea que mistura o Trap e R&B, atravessada por elementos pop e variações de tom. Em nota para a imprensa, LORENA explicou:
“Eu só queria cantar…E fazer músicas que deixem as pessoas felizes. Mas às vezes não é uma música feliz que faz isso, é perceber que a gente não está sozinho.”
Tal contraste entre leveza e vulnerabilidade sustenta o conceito do álbum, que investiga diferentes caminhos para a felicidade sem ignorar a complexidade das emoções, e histórias de amor complicadas.
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Gabriel von Borell





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