Maglore amplia sua mistura de Rock e MPB com referências oitentistas no novo disco “Fluxo Natural”

A Maglore disponibilizou seu aguardado novo disco Fluxo Natural nesta sexta-feira (14) e, através das novas músicas, a banda baiana reflete sobre como o amor pode representar uma âncora que atravessa o tempo.
No álbum, que foi antecipado pelos singles “Sonho Real” e “Raio de Sol”, o grupo refresca a própria sonoridade a partir de referências dos anos 80, com toques da década de 70 e sem abrir mão da essência do som do grupo que combina Indie, Rock Brasileiro, Folk e MPB.
Lançado pelo selo LOCO Records, o disco começou a ser desenvolvido em 2024, durante intervalos entre as turnês, e foi gravado entre maio e abril deste ano no Estúdio Kapa, na casa de Teago Oliveira, vocalista e guitarrista do grupo que também é formado por Lelo Brandão (guitarra e teclado), Lucas Gonçalves (baixo e voz) e Felipe Dieder (bateria).
Como falamos acima, Fluxo Natural parte de um conceito que reflete sobre como o amor é uma força capaz de permanecer mesmo diante das transformações impostas pelo tempo. Para Teago, o título também representa a ideia de transformar os obstáculos da vida em matéria-prima para novas escolhas. Em nota, ele apontou:
O recado mais profundo do disco é do amor como algo que permanece. Não apenas de um jeito romântico, e mesmo com muitas imagens densas – impérios caindo, corpos modificados, chuva de concreto, pesadelos – o amor surge como âncora, como elo central.”
A temática aparece ao lado de uma forte conexão com elementos da natureza e do cotidiano brasileiro, como Teago afirma:
É um disco de rock brasileiro. Tem forte sensorialidade corporal e geográfica, fala-se muito sobre rio, mar, luar, outono, chuva, sol. Mas também fala de sonhar, de fé, infância, futuro possível, malandragem, de transformar a lama em banquete. Existe um microuniverso do pensamento brasileiro que talvez estejamos perdendo, mas que escolhemos trazer pra esse disco.”
Ouça Fluxo Natural ao final da matéria!
Maglore lançou seu novo disco Fluxo Natural
Em atividade desde 2009, a Maglore aponta que o novo álbum é uma forma de reafirmar a continuidade e a constante renovação da sua trajetória, encontrando sentido no fluxo e no que guia a banda.
A identidade visual também acompanha esse conceito. Assinada pelo próprio Teago, a capa de Fluxo Natural contrapõe a ideia de movimento sugerida pelo título com formas geométricas rígidas. Segundo o cantor, o fundo preto, as quatro cores e as linhas contínuas podem representar tanto diferentes emoções e energias quanto os quatro integrantes da banda e a construção de sua história ao longo do tempo.
Para celebrar o novo disco, a Maglore já anunciou algumas datas para a turnê de divulgação do trabalho. Entre os shows marcados estão performances em Salvador (20/09), São Paulo (25/09), Sorocaba (26/09), Porto Alegre (15/10), Florianópolis (16/10), Curitiba (17/10) e Belo Horizonte (13/11).
Você pode conferir os detalhes sobre cada show e garantir seu ingresso clicando aqui.
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Lara Teixeira
Maglore amplia sua mistura de Rock e MPB com referências oitentistas no novo disco “Fluxo Natural”



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