“Melhor álbum da Madonna em 20 anos”: veja primeiras críticas sobre “Confessions II”

Saíram as primeiras avaliações críticas sobre “Confessions II”, o aguardado 15º álbum de estúdio de Madonna. Com lançamento oficial agendado para esta sexta-feira, 03 de julho, a obra marca um feito inédito na discografia da artista. A concepção de uma sequência direta para um de seus trabalhos mais emblemáticos, o aclamado “Confessions On a Dance Floor”, de 2005.

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(Foto: Vogue)

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A nova proposta abdica do formato tradicional de videoclipes em favor de um curta-metragem conceitual. A produção visual conta com participações de destaque, incluindo Sabrina Carpenter, Feid, Benedict Cumberbatch, Kate Moss, João Pedro e Lourdes Maria, filha da cantora. O teor sonoro resgata as fundações da cultura de pista, amparado por faixas como “Danceteria”, coproduzida por Andrew Watt e Cirkut.

Os principais veículos britânicos apontam o registro como o ápice musical da cantora em duas décadas, destacando o equilíbrio entre o vigor eletrônico e a maturidade lírica aos 68 anos de idade.

As críticas iniciais de “Confessions II”

The Times (4/5):

“Vai ao cerne de quem Madonna é e do legado que ela esculpiu por meio de trabalho duro, determinação e por estar no clube certo no momento certo. Confessions II não é um álbum perfeito [mas] os pontos altos são fantásticos – e surpreendentemente profundos.”

The Independent (4/5):

“A linha condutora é a catarse, a liberação e a liberdade que vem com isso. Seja expondo queixas anteriormente não ditas com sua filha Lourdes em The Test, ou aceitando que aquele lindo guitarrista em St Mark’s Place que ‘tinha um rosto de Marlon Brando’ não era para ela, a garota do Lower East Side, Madonna está deixando ir. E isso resulta em sua melhor música em 20 anos.”

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(Foto: Divulgação)

BBC News:

“Isto é o mais perto que chegamos de ouvir a verdadeira Madonna desde Ray Of Light, há quase 30 anos. Como uma grande letrista observou uma vez: ‘Apenas quando ela está dançando ela pode se sentir tão livre’.”

NME (4/5):

“A maior parte de ‘Confessions II’ triunfa porque é o trabalho minucioso de uma garota de clube incomumente talentosa que ainda sente o poder da dance music em seus ossos e em sua alma. Após cerca de 40 minutos de um house-pop pulsante e um trance psicodélico, o álbum torna-se mais reflexivo em sua reta final […] Ao extrair de seu passado, tanto pessoal quanto musicalmente, Madonna fez seu álbum mais vital em mais de duas décadas. Esta grande dama ainda sabe como nos fazer mover.”

iNews:

“[Madonna está] com 68 anos agora e, ao lançar seu novo álbum, Confessions II (uma sequência de Confessions On a Dancefloor de 2005), sua recusa em fazer o que as pessoas acham que ela deveria fazer parece, genuinamente, mais radical do que nunca. Não digo isso por bajulação. Este álbum, com seus baixos pulsantes, ritmos sombriamente sexuais e clamores por liberdade, desafia nossas expectativas profundamente enraizadas sobre as mulheres na música e as mulheres em geral.”

The Guardian (4/5):

“Falta um hit pop inquestionável e de ouro nos moldes de ‘Hung Up’, embora o disco house de cores vibrantes de ‘Danceteria’ – uma das duas faixas escritas e produzidas em parceria com Andrew Watt e Cirkut – chegue perto. Mas se não é tão bom quanto Confessions On A Dance Floor, é inequivocamente o melhor álbum de Madonna desde Confessions On A Dance Floor, o que você suspeita que será mais do que suficiente para seus fãs, e pode até atrair de volta alguns apóstatas: uma conciliação com seu passado que promete bem para seu futuro.”

The Telegraph (4/5):

“A sequência pode não ser exatamente igual ao original, mas certamente é boa o suficiente para manter a franquia rodando. Quando as batidas caem e a aurora metafórica surge, o álbum torna-se genuinamente comovente. Suas cinco faixas de encerramento oferecem reflexões surpreendentemente íntimas sobre relacionamentos pessoais em cenários expansivos que parecem um outro álbum por completo […] o corpo suado de Confessions II deixa claro que a rainha da dança que reina há tanto tempo não está prestes a abdicar por sua própria vontade.”

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Bruna Cora

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