Os 3 discos de Metal que influenciaram a trajetória de Matt Heafy, do Trivium

A trajetória de Matt Heafy dentro do Heavy Metal começou a partir de diferentes descobertas musicais que ajudaram a moldar sua relação com o gênero.
Em participação recente no The Garza Podcast, o vocalista e guitarrista do Trivium relembrou seu processo e escolheu álbuns que considera importantes para sua formação, organizando as referências em diferentes momentos de sua evolução musical.
Perto do final do episódio, Chris Garza pediu que Heafy citasse três bandas que haviam servido de influência. O músico, como você pode ver no vídeo ao final da matéria, explicou suas escolhas a partir de três etapas de seu contato com a música pesada.
Metallica foi o ponto de partida para Matt Heafy
Para representar seu primeiro contato com o Metal, Heafy escolheu o Black Album, do Metallica. O disco, lançado em 1991, foi a porta de entrada do artista para a banda, embora ele tenha destacado Master Of Puppets (1986) como seu favorito (via Loudwire):
Vou citar o ‘Black Album’ do Metallica, porque foi o primeiro álbum da banda que ouvi… o ‘Black Album’ porque foi o que me fez conhecer o Metallica, mas se eu tivesse que escolher um favorito de todos os tempos, provavelmente diria ‘Master [Of Puppets]’.”
Na segunda etapa de sua trajetória, Matt citou o In Flames. A escolha também veio acompanhada de uma reflexão sobre os diferentes momentos de sua relação com a discografia do grupo sueco.
Embora Whoracle (1997) tenha sido o primeiro álbum que ouviu e The Jester Race (1996) seja seu favorito, o cantor apontou Reroute to Remain (2002) como o disco que melhor representa uma descoberta importante em sua formação:
Sei que ‘Whoracle’ foi o primeiro que ouvi e ‘The Jester Race’ é o meu favorito, mas escolheria ‘Reroute to Remain’, porque foi a primeira vez que pensei: ‘Uau, dá para gritar e cantar na mesma banda’.”
A conexão do vocalista do Trivium com o Metalcore
Para completar sua seleção, Matt Heafy escolheu Whatever It May Take (2001), do Heaven Shall Burn. O álbum representa, segundo o músico, um momento em que percebeu novas possibilidades para o Metalcore, tanto musicalmente quanto na abordagem de temas presentes nas letras:
Foi a primeira vez que ouvi e vi o que o Metalcore poderia ser: algo que ainda soa muito como Metal, mas que, liricamente, aborda questões socialmente importantes. É isso que sempre adorei em certas bandas de Metalcore, Hardcore e Punk: o fato de abordarem temas sociopolíticos ou sociais.”
Vale destacar que o Trivium anunciou recentemente seu aguardado novo disco Crown in the Grave, previsto para ser lançado em 20 de Novembro. A última passagem da banda pelo Brasil aconteceu em 2022, com uma performance no Knotfest em São Paulo. Gostaria de vê-los novamente por aqui?
Os 3 discos de Metal que influenciaram a trajetória de Matt Heafy, do Trivium
Black Album (1991) – Metallica
Reroute to Remain (2002) – In Flames
Whatever It May Take (2002) – Heaven Shall Burn
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Gabriel von Borell
Os 3 discos de Metal que influenciaram a trajetória de Matt Heafy, do Trivium





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