Reckoning Hour aprofunda identidade e expande os limites do Metalcore em “Mantra”

Reckoning Hour aprofunda identidade e expande os limites do Metalcore em “MANTRA”
Crédito: divulgação

Depois de mais de uma década construindo seu espaço na cena pesada brasileira, a Reckoning Hour chegou a um novo momento de sua trajetória com Mantra. Lançado na última sexta-feira (7), o terceiro álbum do quarteto carioca reúne dez faixas e aprofunda a identidade musical que, ao longo dos anos, passou a incorporar diferentes elementos sem perder o peso como ponto de partida.

Formada atualmente por JP (vocais), Philip Leander (guitarra), Cavi Montenegro (baixo) e Johnny Kings (bateria), a banda transformou em música algumas das questões que atravessam a experiência humana, como escolhas, culpa, dor, relações e a percepção que cada indivíduo constrói sobre si mesmo e sobre a própria realidade.

Mantra funciona como um retrato da Reckoning Hour em seu atual estágio artístico. O disco parte de uma questão central: o que permanece quando somos obrigados a confrontar aquilo que existe dentro de nós? A partir disso, o material desenvolve o conceito por meio de contrastes entre peso e melodia.

O Metalcore continua sendo a espinha dorsal do grupo, mas aparece em uma abordagem mais estendida. Riffs pesados convivem com melodias, elementos eletrônicos e orquestrais, passagens progressivas e diferentes níveis de dinâmica aparecem em diversas passagens.

Entre as novidades, “Dark Skies” ganhou atenção especial no lançamento. Escolhida para acompanhar a estreia de Mantra, a faixa recebeu um clipe oficial, que amplia visualmente o universo criado pela banda para a nova fase. Posicionada logo depois da abertura “Revelations”, a música ajuda a estabelecer a atmosfera do álbum antes de a sequência retomar faixas já conhecidas pelo público.

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Reckoning Hour liberou documentário antes de seu disco de estreia

O lançamento de Mantra foi precedido por um documentário disponível no YouTube, no qual os integrantes apresentaram um olhar mais íntimo sobre o processo de construção do trabalho de estúdio.

Composição, amizade, identidade e as transformações vividas pela banda ao longo de sua trajetória aparecem como parte da narrativa, revelando aspectos que vão além da música e ajudam a contextualizar o momento atual do quarteto.

Vale lembrar que, entre os dias 14 e 16 de agosto, a Reckoning Hour se apresentará ao lado de Project46, Rancore e Dredout na série de shows “Música e Atitude”, passando por Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre.

Na sequência, o quarteto será responsável pela abertura dos shows no Brasil dos grupos Memphis May Fire e Blessthefall, com apresentações programadas para Belo Horizonte, São Paulo e Curitiba.

Ouça Mantra logo abaixo!

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Gabriel von Borell

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