Tony Iommi revela quais músicas de “13” estão entre as melhores do Black Sabbath

Tony Iommi no Loudwire Awards
Foto: Reprodução / YouTube

Nada dura para sempre, especialmente na indústria musical, marcada por mudanças rápidas e constantes. Nesse cenário, apenas os artistas que conseguem se reinventar e evoluir ao longo do tempo evitam cair na obscuridade, e a trajetória do Black Sabbath exemplifica bem essa dinâmica entre ascensão e renovação.

Formada em Birmingham no final dos anos 1960, a banda foi essencial para a criação do Heavy Metal. Com um som pesado e abrasivo que contrastava diretamente com o espírito leve da contracultura hippie, o grupo liderado por Ozzy Osbourne capturou a atmosfera sombria da Inglaterra industrial e se tornou uma das maiores influências da história do Rock.

No entanto, o sucesso inicial não se sustentaria sem turbulências. Parte dos problemas enfrentados pelo Sabbath ia além da música e se relaciona ao estilo de vida que acompanhou a fama. Canções como “War Pigs” e “Paranoid” ampliaram enormemente a visibilidade da banda, trazendo tanto dinheiro como excessos.

O consumo de álcool e drogas passou a afetar diretamente a dinâmica do grupo, gerando instabilidade crescente entre os integrantes. Ozzy, em particular, se tornou cada vez mais imprevisível devido aos abusos, o que acabou comprometendo sua permanência na banda.

Ele saiu em 1977, retornou pouco depois, mas foi definitivamente demitido em 1979 pelo guitarrista Tony Iommi. Dessa ruptura surgiram caminhos importantes como a bem-sucedida carreira solo de Ozzy e uma nova fase do Black Sabbath, com Ronnie James Dio nos vocais.

Apesar do impacto positivo inicial com Dio, a fase também marcou o início de uma lenta descaracterização do grupo. Em meados dos anos 1980, Iommi já era o único membro original, e o som da banda havia se distanciado consideravelmente daquele que os consagrou.

Somente décadas depois, com os conflitos amenizados e os excessos sob controle, a formação clássica se reuniu novamente, iniciando um novo capítulo na história da banda.

As melhores músicas de 13 segundo Tony Iommi

Mesmo com a saída posterior do baterista Bill Ward, os membros remanescentes seguiram em frente e lançaram, em 2013, o álbum 13. O disco funciona como uma ponte entre o passado e o presente, resgatando elementos característicos do Sabbath ao mesmo tempo em que os adapta a uma nova fase.

Faixas como “End of the Beginning” e “God Is Dead?” sintetizam essa identidade renovada, mantendo a essência sonora que definiu a banda desde o início. Não à toa, ambas foram citadas por Tony à revista Rock Cellar como as melhores músicas de 13 (via Far Out):

“Acho que há algumas músicas que realmente mostram quem é o Black Sabbath hoje em dia. Uma delas é ‘End of the Beginning’, que é muito boa. Outra seria ‘God Is Dead’?. Ambas têm a sonoridade típica do Black Sabbath. Acho que, se você estivesse procurando pelo som do Black Sabbath, essas músicas seriam capazes de entregar o que você imaginava ouvir.”

Concorda? Relembre o disco logo abaixo!

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Gabriel von Borell

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